CC 06 – Esse tal de suicídio

CC 06 – Esse tal de suicídio

Nesse episódio, Bruno GuedãoRebeca Guedes, Eduardo de Oliveira Kleber Pereira falam sobre a o suicídio, tendo como base a série do Netflix “13 Reasons Why (13 Porquês)”.

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Casal Comum

Casal Comum

é um programa que fala sobre tudo e mostra que os casais são mais parecidos do que eles pensam.

  • Débora de Meneses Souza

    Que episódio bacana! As considerações do Kleber no momento certo, o bate-papo de vocês!

    Acredito que não se fale tanto sobre este assunto por causa da preocupação com o Efeito Werther que o Kleber comentou. Não que seja positivo, mas é compreensível. Daí a grande importância da série em levantar a discussão.

    Quero deixar uma dica sobre esse assunto, a animação francesa “A pequena loja de suicídios”. Abordagem impactante e mostra muito a indiferença com o problema alheio. Vale a pena conferir.

    Abraço!

    • Bruno Guedão

      Valeu Débora. Vou dar uma pesquisada nessa animação ai.

    • Olá Débora.
      Valeu pelas suas considerações, perfeito. Já vi esta animação,sim, uma abordagem bem crua do tema até meio banalizantente da imagem de suicídio com a qual estamos acostumados. Me lembra aquela outra animação “A noiva cadáver”.
      Mas a sua dica é supervalida, é importante termos outras visões do tema. Debater, discutir.

  • Edina Amorim

    Achei interessante a forma como o tema foi abordado. Acima de tudo, respeitando e validando as emoções do adolescente. Também as intervenções do colega Kléber foram importantes para compreender a questão sob a ótica da psicologia. Show!!!

    • Bruno Guedão

      Valeu Edina! Volte sempre.

  • Ótimo assunto para ser abordado. Como falado no programa, é um assunto muito pouco discutido. Mesmo no setembro amarelo, não ouvi muitos debates sobre o suicidio, em especial nas igrejas, onde acham que isso não faz parte da vida de um cristão.
    Na minha familia já teve um caso de suicidio, não lembro bem pois era criança, mas lembro que alguns familiares ficarem bem abaladas.

    • Renato Nunes Bastos

      Pois é… então… a igreja já tá pensando errado, ao achar que “se não faz parte da vida de um cristão, então vou ignorar”. E a comunidade no qual a igreja está inserida? “Vamos ignorar”?… não parece muito certo…

      Se for assim, ah, não vamos falar de droga, não vamos falar de sexo fora do casamento, não vamos falar de nada.

      • Com certeza existem pessoas dentro das igrejas com esse problema, mas acabam utilizando aquele jargão que crente não pode ter depressão, não pode pensar em suicídio, etc. Dizem que quem tem Jesus, nada pode abalar. São os Supercrentes.

        • Bruno Guedão

          O número de pastores que se suicidam é absurdo. Pesquisem ai na Internet…

  • Renato Nunes Bastos

    Esse tema me da uma tristeza tão grande que nem da muita vontade de comentar mas segue uma observação que tenho: sabemos (sabemos?) que o número de suicidios é maior que o noticiado porque casos de suicidio NAO sao noticiados pela imprensa. Não sei se é questão de ética, ou alguma regulação, mas a ideia de não se noticiar esse tipo de morte seria evitar o incentivo ao suicidio… algo assim, que acho um argumento não 100% válido. Enfim, agora, em época de Baleia Azul, fake ou não, até a imprensa resolveu tocar (levemente) no assunto.

    Será que já não é época de a forma de se abordar esse assunto ser revista?
    Quantas pessoas viram bandidos ao ver notícias “glamourosas” sobre assassinatos, poder do tráfico, etc. Se tem gente qhe fica “deslumbrado” com as formas de suicidio, acredite, tem por esse tipo de coisa também. Mas esse pode mostrar com mínimos detalhes?

    • Bruno Guedão

      Como você falou, existe uma regra de ética para não se falar sobre isso na imprensa para não incentivar outros e também pelo fato de que quando não é uma pessoa famosa, o caso meio que já foi encerrado… não muito mais o que noticiar.

  • Lourival Gonçalves

    Falo pessoal,gostei do tema e da inserção do @Kleber Pereira:disqus e a participação do @Edukokinho:disqus.Tenho uma pergunta ao Klebão.Por que a igreja tem tanta resistência ao falar do assunto? E por que entendemos que podemos ser acometidos de uma doença que se “instala” no corpo e não no emocional ou psicológico? Em Agosto teremos um TALK FREE sobre o tema.Vou já convidar o Klebão a participar.kkk
    Dicas:
    http://www.b9.com.br/65799/podcasts/mamilos/mamilos-75-depressao/
    e o livro Depressão e Graça o Wilson Porte

  • Lourival Gonçalves

    @brunoguedao:disqus, você falou da dificuldade de compreender o que essa Geração pensa,mas como ajudá-los mesmo com tal dificuldade?

    • Bruno Guedão

      Acho que temos que tentar entender e enxergar como eles entendem e enxergam.

      • Lourival Gonçalves

        Em nosso “contexto”como seria isso? Muitos dizem que é algo impossível. Eu creio na ideia,sem anacronismo, que o tempo é diferente assim como os conflitos de juventude,mas olhar para o passado e para nossos nossos “antigos conflitos” nos “permiti” enxergar o deles.Muitos pais dão espaço ao filho como maneira de privacidade,mas acabam se isentado de mais da vida do mesmo.A busca de entender o contexto atual,mesmo com toda dificuldade,é um grande desafio dos pais.Por exemplo,vocês falaram do Bullying.As pessoas falam que antes era diferente,mas o Bullying foi otimizado.Eu costume dizer que um vez caindo na REDE já era. O bullying não é algo qua fica somente dentro de nossos ciclos escolares,mas se expandi pra redes sociais e fogem ao controle. Quando falei que olhar para passado é não permitir que nos tornamos insesíveis aos conflitos atuais.Nas redes sociais os mais velhos a respeito da baleia azul diziam: “A baleia azul da minha época era uma sandália havaiana azul”.Mas e ai? Foi um simples comparação insensível e que em nada contribui.Temos que atingir a raiz da coisa.

  • Ótimo episódio pessoal! Creio que na ânsia de evitar o assunto, as pessoas são pouco informadas de como lidar com o suicídio. Eu mesmo não saberia como aconselhar ou ajudar alguém da forma “correta”. É necessário uma mudança nessa cultura.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • Bruno Guedão

      Valeu Eddie. É complicado mesmo….