Fuller House (1ª Temporada)

Fuller House (1ª Temporada)

A tão aguardada “continuação” de Full House, ou Três é Demais, chegou na nossa amada Netflix e a surpresa foi muito boa, na minha opinião. Todo o elenco original aparece no primeiro episódio fazendo uma boa passagem de bastão para o novo elenco suportado pelas meninas da série original, mesmo sem a presença das gêmeas Olsen (que são zoadas por algumas vezes durante a temporada).

A Netflix trouxe 13 episódios que mantêm o clima noventista da série orignal e aquele humor tradicional dos sitcoms familiares americanos. Não é a coisa mais engraçada do mundo e creio que a galera que não tem memória afetiva não vai se conectar, mas sem dúvida quem curtia a original vai gostar muito do desenrolar da trama.

A história trata dos personagens antigos seguindo suas vidas e cada um indo para um lado, mas com a volta de D.J., agora viúva, com seus três filhos e de sua irmã Stephanie, que parece bem sucedida mas de repente muda de perspectiva. Eles tentam basear esta falha de roteiro, na minha opinião, com uma possível carência de contato com a família. Outra personagem que volta é, a louquinha, Kimmy, que também tem uma filha e está, temporariamente, separada de seu amante latino 🙂

Os novos integrantes da história/família são os três filhos de D.J. – o rebelde J.D., de 13 anos, o neurótico Max, de 7 (com uma pegada que me deixou um pouco desconfortável) e o bebê Tommy Tommy. Além da filha adolescente de Kimmy, Ramona. Fernando, o ex-marido de Kimmy é uma peça rara, tanto quanto a própria.

Em alguns episódios temos a participação especial dos personagens Jesse e Rebeca, seus filhos Nicky e Alex, o paizão Danny e o tio Joey. Todas as participações são excelentes e os atores conseguiram trazer de volta todo carisma e personalidade dos personagens com sucesso. Ah, e o ex-namorado da D.J. também está impagável na disputa amorosa com o novo partido.

O grande barato dessa série é ver que as meninas cresceram e sentir que os roteiristas conseguiram realmente criar um futuro consistente e crível. Você vai torcer pela protagonistas, ficar com raiva e ao final da temporada torcer para a próxima estrear logo.

Esta é uma daquelas séries clássicas para você ver sem compromisso e durante a janta e com a família do lado. Mas, fique esperto e saiba que não deve esperar mais do que um revival de uma série dos anos 90 com a mesma premissa e tom.

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Burita

Burita

também acha que três é demais!