Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos (2016)

Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos (2016)

Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos é a mais nova adaptação de games para as telonas que tem lotado salas de cinema no mundo todo. Mas será que vale a pena? Abaixo segue a sinopse (SEM SPOILERS). Pode ler esse texto sem se preocupar em estragar a sua experiência.

Sinopse (Via Wikipedia)
Azeroth está à beira da guerra quando a sua civilização, composta por humanos, enfrenta uma raça invasora: Orcs guerreiros que abandonam Draenor, seu lar em ruínas, a fim de colonizar outro lugar. Quando um portal, conhecido como O Portal Negro conecta os dois mundos, exércitos enfrentam destruição, enquanto outros enfrentam a extinção. Anduin Lothar (Travis Fimmel), líder dos humanos e Durotan (Toby Kebbell), líder dos orcs, são colocados numa rota de colisão que decidirá o destino e seu povo.

Antes de mais nada, não sou gamer e estou analisando esse filme como uma obra cinematográfica e mais nada. Como muito se discute hoje em dia, o fã service apenas pelo fã service não segura filme nenhum. Filmes recheados de referencias gratuitas com roteiros com um palmo de profundidade tem lotado as nossas salas de cinema.

O filme tem um visual incrível, dá pra ver que Duncan Jones (diretor do longa) é realmente fã e fez um trabalho incrível trabalhando com a Weta Digital (mesma empresa responsável pelos efeitos especiais de Senhor dos Anéis). Aliás, esse filme tenta repetir alguns elementos do clássico dirigido por Peter Jackson, mas falha miseravelmente em questões de apresentação de universo, personagens e roteiro.

Como um filme de fantasia, os elementos fantásticos precisam ser bem apresentados, pois, não podemos considerar que todas as pessoas que vão ao cinema já jogaram o game. Mídias diferentes, públicos diferentes. A historia é interessante, só é mal contada. Alguns personagens são legais mas são mal apresentados e explorados. Acontecem algumas mortes sem impacto algum, pois o publico não teve tempo para sentir a perda desses personagens rasos.

De qualquer forma, gostaria muito que o filme desse certo e que todas essas coisas ruins fossem concertadas. O filme tem vários pontos bons e por isso, alem de todas as reclamações, ainda acho um bom filme. Aconselho que você veja na maior tela possível porque o filme é visualmente bonito, e como sempre o 3D não faz a menor diferença.

E ai, já viram? O que acharam?
Deixem as suas opiniões sobre o filme na sessão de comentários.

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Autor

Felipe Xavier

Felipe Xavier

quer ver mais desse universo com um roteiro conciso e bons personagens!